José Serra e os investimentos na polícia de São Paulo

José Serra sempre investiu muito na política de São Paulo. Hoje os policiais são bem pagos e mais preparados. Os índices de violência em São Paulo você pode constatar que melhoram e muito. Quando eleito presidente do Brasil, José Serra usará toda a sua experiência em segurança pública e implantará no Brasil o mesmo modelo de São Paulo. Os números são impressionantes!

 

jose serra policia preparada

José Serra é admirado pelos policiais de São Paulo

 

Greve da polícia civil

O protesto reuniu um grupo de policiais civis, cuja categoria está em greve desde o dia 16 de setembro. A manifestação ocorreu próximo ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. O tumulto teria começado quando grevistas teriam tentado furar um bloqueio da PM.

Foram enviados ao local carros do Corpo de Bombeiros, camburões da PM e da tropa de choque, que chegou a atirar bombas de gás de pimenta e lacrimogênio contra os manifestantes. Dois helicópteros e uma ambulância também foram enviados para a área.

O texto publicado pelo espanhol El País definiu o confronto como uma “autêntica batalha campal” e destacou que a manifestação é a quarta que ocorre nos últimos 30 dias. Já a reportagem do Times Online, destaca que, no ano passado, as Nações Unidas apontaram que os baixos salários da polícia brasileira encorajam a corrupção e a formação de grupos paralelos, como as milícias.

Os policiais civis reivindicam aumento salarial de 15%, o que, segundo o secretário da Casa Civil do Estado de São Paulo, Aloísio Nunes Ferreira, custaria aos cofres públicos cerca de R$ 3 bilhões. Segundo ele, a oferta máxima que o governo pretende conceder é de 6,5%. Os policiais civis devem se reunir hoje com os representantes das entidades de classe para tratar os novos rumos da greve.

Negociação

O governador considerou como “razoável” a proposta de reajuste salarial do Governo. Para ele, “em nenhum momento se deixou de negociar, mas negociar com arma na mão não dá”. Na semana passada, a categoria suspendeu a greve por 48 horas, na tentativa de dialogar com o governo. “Mas não recebemos nenhuma proposta concreta. O governo continua intransigente”, diz Sérgio Marcos Roque, presidente da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo.

O governo propõe aumento linear de 6,2% a policiais civis da ativa, aposentados e pensionistas; aposentadoria especial; reestruturação das carreiras com a eliminação da 5ª classe e a transformação da 4ª classe em estágio probatório; e a fixação de intervalos salariais de 10,5% entre as classes. Os policiais civis pedem 15% de reposição salarial este ano, mais 12% em 2009 e outros 12% em 2010, além de eleição para delegado geral, definição de critérios para promoção, regulamentação da aposentadoria após 30 anos de carreira e fixação de carga horária em 40 horas semanais.

Confronto

O confronto começou quando a PM barrou a passagem de uma passeata dos policiais civis rumo ao Palácio do Bandeirantes, sede do governo estadual. Houve tiroteio e pelo menos 12 pessoas saíram feridas, entre elas o coronel Antão, um dos negociadores da greve, que foi levado ao Hospital Albert Einstein.

POLICIAL PROTESTA CONTRA O SALÁRIO PAGO PELO SERRA

Estado de São Paulo bate recorde de roubos em 2009

Número chegou a 257 mil, maior índice já registrado; homicídios, sequestros e latrocínios também aumentaram

LATROCÍNIO – Modalidade também registrou aumento preocupante: 14% em relação a 2008, com 304 casos, a exemplo do que ocorreu em novembro no Jabaquara

SÃO PAULO – O ano passado registrou piora generalizada nos índices de crimes no Estado de São Paulo. Os roubos alcançaram o mais alto valor da série histórica, com 257.004 ocorrências, 18% acima do ano anterior. O recorde de roubos havia sido alcançado em 2003, quando foram registrados 248.406 casos. Os dados serão publicados na edição de hoje do Diário Oficial do Estado, no item dedicado aos despachos do Gabinete do Secretário da Segurança Pública.

Também cresceu o total de casos de latrocínios, sequestros, roubo e furto de veículos. Para piorar, a violência policial também aumentou. No ano passado, foram registrados 549 casos de resistências seguidas de morte – quando a vítima morre em supostos confrontos com a polícia. O total é 27% maior do que os 431 casos contabilizados no ano anterior.

São raras as boas notícias no balanço da Segurança Pública no ano passado. Uma delas foi o crescimento na apreensão de entorpecentes, que subiu 11% em relação a 2008. Foram apreendidas no ano passado pelas Polícias Civil e Militar 27.886 quilos de drogas, quase três vezes mais do que era apreendido em 2000. O crescimento na apreensão é resultado de trabalho mais eficiente da polícia. Também coincide com a troca de comando do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), chefiado no último ano pelo delegado Eduardo Hallage.

Até mesmo os homicídios, que vinham registrando uma sequência histórica de queda, tiveram ligeiro aumento no ano passado – 3% no Estado. As quedas nos assassinatos, contudo, continuaram a acontecer na capital e na Região Metropolitana de São Paulo. Na capital, foram registrados 1.235 assassinatos, número 2% menor em relação a 2008. A queda na Grande São Paulo foi ainda maior: 11,2%, com total de 1.202 assassinatos. O que significa que o crescimento dos homicídios em São Paulo se concentra principalmente no interior do Estado.

PREOCUPAÇÃO

Os casos de latrocínios (roubo seguido de morte) também registraram aumento preocupante. Cresceram 14% em relação a 2008, com 304 casos, total maior do que os registrados nos três anos anteriores. As ocorrências de extorsão mediante sequestro também aumentaram, chegando a 85 casos, ante 60 em 2008. Os índices alcançados no ano passado, contudo, ficam abaixo do total de sequestros que vinham ocorrendo anualmente desde 2001.

Outros dados que registram elevação surpreendente foram as ocorrências de furto e estupro. No primeiro caso, foram contabilizados 528.933 furtos no Estado, 8% a mais que em 2008. Na ocasião, os números ficaram superestimados por causa dos quase três meses de greve da Polícia Civil – entre agosto e novembro de 2008.

Nos casos de estupro, o aumento se deu principalmente por causa da mudança na lei, que ficou mais abrangente. Desde agosto do ano passado, o crime de atentado violento ao pudor, por exemplo, também passou a ser registrado como estupro. Foram registrados 5.647 casos, ante 3.338 em 2008.

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,serra-culpa-cut-e-pt-por-confronto-entre-policias,261152,0.htm

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3264431-EI5030,00-SP+conflito+entre+policiais+tem+repercussao+internacional.html

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2010/02/02/estado-de-sp-bate-recorde-roubos-com-257-mil-em-2009.jhtm

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