José Serra e a educação paulista exemplo a ser implantado em todo Brasil

Serra sempre investiu muito em educação no Estado de São Paulo. Os professores recebem altos salários e auxílio alimentação de dar inveja. O ensino é de qualidade. Com a progressão continuada, todos os alunos passam de ano e aprendem. Serra sempre manteve o diálogo com os professores recebendo-os de braços abertos em seu gabinete

 

No governo de Serra, em São Paulo, o professor é respeitado.

 

Serra cortou investimentos para a educação em 2010

Com os cortes, municípios perderão também verbas para transporte escolar

A proposta orçamentária que o governador José Serra (PSDB) enviou para a Assembleia Legislativa prevê corte de 35% dos investimentos na área da saúde e zera os investimentos em educação. Dos R$ 449 milhões previstos para a saúde, R$ 306,5 milhões, 68%, virão investidos do governo federal. Obras como construção ou ampliação de hospitais, compras de equipamentos e materiais permanentes ficarão inviabilizados. Na educação só haverá investimentos do Governo Federal que serão da ordem de R$500 milhões. O Centro Paula Souza, responsável pelo Ensino Técnico no Estado terá um corte de 50% nos investimentos.

Os municípios também perderão com o corte nas verbas para o transporte escolar, estradas vicinais, planos de desenvolvimento sustentável e instalações da polícia civil. As empresas estatais SABESP, CDHU e o Porto de São Sebastião também perderão. Porém, o mais grave é a redução de 38% na urbanização de favelas, 38,4% no tratamento de esgotos e de 10,6% na coleta de esgotos.

Desabafo do Professor

Publicado originalmente em http://www.investigadordepolicia.blog.br/archives/11189

Meu nome é Hugo. Sou professor do Estado e acompanho sempre seu blog, que por sinal é muito bom. Como pude perceber, não são apenas os professores da educação básica que estão insatisfeitos com a política tucana, mas os profissionais da segurança e da saúde também o estão – o que é bastante preocupante, já que, no meu ponto de vista, essas três áreas constituem o tripé do tal chamado “Estado Democrático de Direito”.
Se achar conveniente a publicação desse e-mail no seu blog, ficarei muito feliz – visto que são inúmeras pessoas (eleitoras) que acompanham seu blog.
Ah, talvez serei mais um a compor o quadro de Investigadores de Polícia de SP. Sou um dos concorrentes do IP-2009, prestes a enfrentar a 2ª fase.
Um abraço, e parabéns pelo blog.

A VERDADE SOBRE JOSÉ SERRA E A EDUCAÇÃO PAULISTA

Estamos em ano de eleição e, portanto, é hora de prestarmos atenção aos possíveis candidatos para que o nosso voto não seja motivo de mais mazelas sociais causadas por más administrações. Sabemos, no entanto, que manter-nos informados quanto ao que realmente acontece em nossa sociedade não é tarefa fácil, uma vez que boa parte da grande mídia está a serviço do capital e de partidos políticos – geralmente conservadores.
É por essa razão que, por meio desse e-mail, queremos informar a todos o que realmente acontece na educação paulista, uma vez que possivelmente o Sr. José Serra se candidatará ao cargo de presidente da República neste ano.
Acreditamos na Internet como um meio eficiente de fazer ouvir a nossa voz, quando o governo e a mídia, por conta dos seus interesses eleitoreiros, querem nos calar e difamar a todo custo.
Um exemplo dessa atitude criminosa da mídia golpista é a mateéria que, recentemente, foi pblicada no Estadão. Dentre outras insinuações, o jornal acusava os professores da rede estadual de entrar em greve como um pretexto para ficarem de “braços cruzados”, um jeito “sutil” de classificar a categoria como preguiçosa.
O jornal “esqueceu-se”, no entanto, de contar aos leitores os reais motivos da paralisação dos professores. Este e-mail, portanto, pretende impedir a manipulação asquerosa promovida por esse e por outros jornais de grande circulação, contando o que de fato acontece nos estabelecimentos de ensino do estado de São Paulo e que motivou a greve.

SEGREGAÇÃO DA CATEGORIA

O governo Serra dividiu os professores em categorias com letras sugestivas como O de otário, L de lixo, F de f*****, etc, como se fôssemos gado marcado a ferro quente nas costas com as iniciais do dono.
O intuito disso é muito simples: segregar a categoria, jogando professores uns contra os outros, numa clara tentativa de enfraquecer a categoria, facilitando a aplicabilidade dos desmandos do governo tucano.
A verdade, no entanto, é uma só. Somos todos professores, e temos – ou deveríamos ter pela lógica mais pueril – os mesmos direitos. Na prática, porém, não é o que acontece depois da invenção das malfadadas “letrinhas”. Cada categoria de professores é totalmente diferente da outra.

A DUZENTENA

Os professores da categoria O, por alguma razão ilógica que ainda estamos tentando compreender, após término de contrato terão que ficar 200 dias afastados das salas de aula. Isto significa que, se um professor está cobrindo uma licença de três meses, após esse período cessa o contrato e ele precisa ficar 200 dias em casa.
As perguntas óbvias que surgem imediatamente são: Acaso deixaremos de precisar trabalhar durante 200 dias? Nossos filhos deixarão de comer durante 200 dias? Sob quais argumentos o governo aprovou uma lei tão absurda e sem sentido?
O que parece é que a lei é um desestímulo a que os professores participem das atribuições de aula, e cubram licenças como professores eventuais, o que acontece muito.
Isso porque um professor contratado exige que se recolha INSS, que se pague horas de HTPC, dentre outros benefícios que o eventual não tem.

MATERIAIS DE PÉSSIMA QUALIDADE

Há alguns anos o governo tucano de São Paulo vem enviando às escolas revistas com aulas já prontas – tirando toda a autonomia e liberdade do professor. Tais revistas são de péssima qualidade, apresentando erros grotescos, propondo exercícios patéticos que pouco ou nada contribuem para o avanço dos alunos.
SARESP NÃO MOSTRA A REALIDADE DOS ALUNOS PAULISTAS

Os índices do IDESP – que somam índice de aprovação de alunos e desempenho na prova do SARESP – estão longe de revelar a realidade das salas de aula no estado de São Paulo. A verdade é que, com a progressão continuada, isto é, a obrigatoriedade de aprovar um aluno de um ano a outro, a menos que este exceda o número de faltas permitidas, é muito fácil manter um índice alto de aprovação de alunos, sem que isso signifique necessariamente que eles possuem as competências e habilidades que deveriam possuir.
Ademais nos resultados do SARESP o que vemos são textos asquerosos que tentam intensificar avanços pequenos, e minimizar atrasos significativos. Ademais o governo tem o mau hábito de atribuir a suas políticas educacionais os méritos dos avanços dos alunos, e lançar apenas ao professor a responsabilidade pelos regressos.

SALAS LOTADAS

Há um grande número de alunos por sala de aula, o que dificulta o trabalho dos professores, fazendo com que o ensino não tenha a mesma qualidade que poderia ter caso o número de alunos fosse reduzido.
Além disso o governo prometeu que colocaria dois professores por sala na primeira série do Ensino Fundamental I, e isso não é o que temos visto. Ao contrário, o que vemos são PEBs I com 40 crianças de cinco e seis anos sem que haja o prometido professor auxiliar..e não pense que é só nas PEBs I que encontramos esses numeros absurdos de alunos não!!!

PROVÃO DOS ACTs

Está claro que o governo pretende com o provão dos ACTs passar a idéia ilusória de que os supostos “professores incompetentes” serão afastados das salas de aula, o que seria um avanço na educação, uma inovação desse governo. Isto porém não passa de mais uma medida para fazer com que o povo acredite que a educação está melhorando graças ao governo Serra. Também é um meio de jogar a responsabilidade pela falência da educação sobre as costas dos professores, classificando-os como incompetentes, para não assumir a parcela farta de culpa do governo tucano que sucateou o ensino.

AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO E VALE-TRANSPORTE

Quanto a essa parte não é preciso dizer muita coisa. Não é à toa que os colegas apelidaram o vale-refeição de “vale-coxinha”. Quem consegue receber o “benefício” sabe que ele é tão vergonhoso quanto o nosso salário. E ai dar mais aulas ou ultrapassar o “limite” de salário para receber o vale-coxinha ou ficar com o vale-coxinha e dar menos aulas? Dificil escolher entre as duas mixarias!!!!

PROPAGANDA ENGANOSA

O governador José Serra, com claros interesses eleitoreiros, tem veiculado propagandas na mídia que mostram uma realidade falseada da educação paulista. Nessas propagandas o salário dos professores é ótimo, a educação avança vertiginosamente, etc.
Na prática qualquer professor sabe que isso não é verdade.

SALÁRIOS MISERÁVEIS

Freqüentemente somos acusados pela mídia golpista a serviço do PSDB de mercenários, simplesmente porque lutamos pór salários dignos. Parece que a imagem que se tem do professor é a mesma do “voluntariado”.
Nós professores temos famílias para sustentar, temos contas a pagar, dedicamo-nos não somente dentro da escola, mas também em nossas casas, já que é no lar que nos atualizamos, corrigimos trabalhos, planejamos aulas.
O salário base de um professor hoje não chega a R$ 950,00, o que é muito pouco para um trabalho que exige de nós muito tempo.

FALTA DE CONCURSOS PÚBLICOS PARA EFETIVAÇÃO

Vem do período da ditadura militar essa insistência em manter professores temporários na rede. Hoje esses professores são parte significativa de todo o efetivo da categoria. O número de temporários ultrapassa os 80.000 professores.
Isso gera algumas dificuldades na hora de aposentar-se, e não dá acesso a alguns benefícios que o efetivo tem.
É verdade que agora – em ano de eleição – o governo realizará um concurso público para efetivação de professores. No entanto o número de vagas é ridículo, pouco mais de 10.000. Precisamos de muito mais vagas para substituir todos os temporários da rede, então só pensando um pouquinho…já sabem de quem serão as vagas..tempo de serviço não conta?

PROFESSORES NÃO FORMADOS ATUAM NA REDE

O governo, que vez ou outra coloca professores de “reforço”, como está acontecendo com os educadores da disciplina de matemática, e que quer demonstrar tanto rigor na contratação de professores com provas eliminatórias, na verdade permite que alunos de faculdade – ainda não formados – bacharéis e tecnólogos – que não passaram em sua graduação por disciplinas relacionadas à prática pedagógica, lecionem tranqüilamente na rede pública.

Preste muita atenção em quem você vai votar.
A mídia e o governo estão tentando jogar a sociedade contra os professores, ao mesmo tempo que tentam abafar as reais dimensões da greve para que a imagem do “candidato das elites” não saia arranhada e atrapalhe suas pretensões políticas.

http://www.jornaldagente.com.br/index.php/archives/1314

Apeoesp: Autoritarismo e prepotência do Serra não vão nos calar

Fotos: Robson  Martins

por Conceição Lemes

A manifestação dos professores da rede estadual de ensino de São Paulo realizada nessa sexta-feira, perto do Palácio dos Bandeirantes, deixou pelo menos 16 feridos. Lideranças da categoria se reuniram com representantes do governador José Serra (PSDB), mas não houve acordo. Em assembleia, os docentes decidiam manter a greve, iniciada há 20 dias.

“Infelizmente, a manifestação não foi tranquila como queríamos”, comenta a leitora Ana na entrevista que publicamos aqui com o secretário-geral da Apeoesp.  “A truculência comeu solta. Teve muita gente machucada. Foi horrível, simplesmente horrível. E ao assistir a alguns jornais televisivos nos mostraram como delinquentes.”

“Chegar lá foi uma luta”, acrescenta a professora Maria Inês, que veio do interior. “Além de o Palácio dos Bandeirantes ser longe, enfrentamos barreiras na estrada.”

Ônibus de professores que tentavam chegar à capital foram, de fato, barrados em bloqueios policiais. “O pessoal da sub-sede de Mogi das Cruzes nos ligou”, revela Paulo Cavalcanti, funcionário da Apeosp. “A Polícia Militar não queria deixar os ônibus com os professores sair de lá.”

Cavalaria, Tropa de Choque e Força Tática da Polícia Militar foram também mobilizadas para impedir que os professores chegassem aos portões do Palácio dos Bandeirantes. Quando alguns tentaram avançar, a PM reprimiu com jatos de spray de pimenta,  bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha e cassetetes.

“Foi horroroso. Os policiais vieram com muita violência. Foi bomba para todo lado”, lamenta o professor Carlos Ramiro de Castro, vice-presidente da CUT, ferido na testa com estilhaços de bombas, quando tentava negociar com os policiais. Já os professores Severino Honorato da Silva e Luis Cláudio de Lima foram atingidos por bala de borracha.

“Foram muitas bombas e estava difícil respirar por causa das bombas de gás lacrimogêneo. A passeata só andou um quarteirão. Estávamos distante do Palácio dos Bandeirantes. Tentamos negociar com a Tropa de Choque, mas foi muita violência”,  revolta-se a deputada estadual Maria Lúcia Prandi (PT), presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de São Paulo, que é professora aposentada. “Uma violência gratuita contra os professores.”

Maria Lúcia e outros parlamentares de oposição acompanharam os professores na tentativa de negociação com o governo do estado. A reunião durou cerca de uma hora e não houve negociação. “É um absurdo chamar os professores para dizer que não existe diálogo”, indigna-se Maria Lúcia. “Essa tentativa de negociação foi uma farsa. Como pode isso?!”

“ANTES QUE O SERRA SUGUE O NOSSO SANGUE, VAMOS DOÁ-LO A QUEM PRECISA”

No final da noite a Apeoesp divulgou esta nota, pedindo negociação já.

Os lamentáveis acontecimentos de hoje nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, onde a truculenta polícia de José Serra deixou vários professores feridos, não vão calar a voz do magistério paulista em busca do atendimento de suas legítimas reivindicações salariais, profissionais e educacionais.

A proposta do governo, transmitida a uma comissão de 10 dirigentes da APEOESP e demais entidades do magistério pelos secretários adjuntos da Casa Civil e da Educação, de que devemos encerrar a greve para haver possibilidade de negociação é uma verdadeira afronta ao nosso movimento. O governo, agora apoiado na selvageria da tropa de choque, nunca se dispôs a negociar e mantêm a postura arrogante, apesar da greve generalizada em todas as regiões do estado. Onde está o governador, lá está a polícia batendo nos professores.

Por isto a nossa greve vai se intensificar e nova assembleia será realizada no dia 31 de março, às 14 horas, no vão livre do MASP, na Avenida Paulista.

No próprio dia 31 de março, participaremos do “bota fora” de Serra, às 12 horas, na Praça do Patriarca, promovido pelas entidades do funcionalismo e outras entidades. Na véspera, os professores doarão sangue a hospitais e bancos de sangue em todo o estado, sob o lema “Antes que Serra sugue o nosso sangue, vamos doá-lo a quem precisa”.

Bombas, truculência, ameaças e afrontas não nos intimidarão. Temos reivindicações e queremos negociação. Não nos ajoelharemos e não nos curvaremos à vontade deste governo. A greve continua!

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/apeoesp-autoritarismo-e-prepotencia-nao-vao-nos-calar.html

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) pretende ajuizar ações na Justiça para exigir que o estado seja condenado a ressarcir despesas médicas.

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) pretende ajuizar ações na Justiça para exigir que o estado seja condenado a ressarcir despesas médicas que professores – feridos pela polícia do então governador José Serra (PSDB) – tiveram, além de uma indenização por danos morais.
Em greve desde o dia 08/03, os manifestantes sofreram diversos atos de violência por parte da polícia de Serra contra os grevistas, principalmente na manifestação ocorrida no dia 26/03, quando 16 pessoas ficaram feridas por ataques de bombas de efeito moral e golpes de cassetetes.
“Diversos professores foram feridos com a violenta atitude da Polícia Militar, que covardemente utilizou vários instrumentos de repressão contra a categoria que, pacificamente, realizavam sua manifestação”, diz o documento da Apeoesp, que orienta os professores feridos a procurem os advogados do Sindicato e das subsedes com provas das lesões sofridas, relatório e receituário médico, entre outros.
A categoria realiza nova assembleia na próxima quinta-feira, 08/03, na Avenida Paulista, seguida de passeata. Será a sexta manifestação desde o início da paralisação, sem que o governo do então governador José Serra – que renunciou ao cargo para a disputa da presidência da República – tenha aberto negociação. A categoria reivindica 34,3% de reposição, entre outros benefícios.
A Apeoesp denuncia que os professores que aderiram ao movimento estão sendo ameaçados com perda de emprego. Segundo a entidade, eles precisam formalizar através de documento que estão em greve “para que não reste dúvidas de que a ausência ao trabalho está se dando em função da adesão à greve e não por outro motivo qualquer”.

O departamento jurídico da Apeoesp tem recebido informação de que diversas chefias estão comunicando formalmente os professores de que eles teriam extrapolado o limite de 15 faltas consecutivas, afirmando que estes professores estão sujeitos a responder processo administrativo por abandono de função. A Apeoesp considera esta atitude como “tentativa de intimidação aos professores grevistas.”

fonte: Brasília Confidencial

http://www.movmarina.com.br/profiles/blogs/professores-agredidos-pela-pm?xg_source=activity

Serra chama professor manifestante de “energúmeno”

Significado de energúmeno:

1. Antq. Pessoa possuída pelo demônio ou que age como um possesso: “Os sineiros, correndo para as torres, puxavam como energúmenos pelas cordas dos sinos…” (Júlio Dinis, Os noviços))

2. Fig. Indivíduo não confiável, por ser desprezível e estúpido; BOÇAL

[F.: Do gr. energoúmenos, pelo lat . energumenos e pelo fr. énergum
Guararapes, SP – Depois de ser vaiado por diversas vezes, o governador José Serra (PSDB) bateu boca e chamou um manifestante de “energúmeno” durante discurso para uma plateia de cerca de 150 pessoas nesta tarde, na praça Nossa Senhora da Conceição, no centro de Guararapes, a 560 km de São Paulo.

O governador participava das solenidades de entrega de 57 ônibus para prefeitos da região quando teve o discurso interrompido por um dos 50 manifestantes do Sindicato dos Professores (Apeoesp) que, com narizes de palhaço, faixas e cartazes, promoviam um apitaço para criticar a política educacional do governo do Estado.

No momento em que pedia ajuda dos prefeitos para instalação de uma rede de hospitais para atendimento de portadores de deficiências físicas, Serra, cortado por gritos de um manifestante que caminhava em direção ao palanque, disparou: “Este energúmeno que está gritando é contra o atendimento dos cegos, é contra os deficientes físicos, é contra os ônibus escolares, é contra o Acessa São Paulo, é contra tudo e todos e é contra a maioria que está aqui”, discursou o governador, sendo aplaudido.

O tucano emendou: “Este energúmeno é um sujeito que certamente nunca teve um parente com deficiência física para ficar tripudiando essas pessoas desta maneira”, completou o governador. O manifestante, um homem de cabelos brancos, ainda tentou responder ao governador, mas foi retirado da plateia por policiais que faziam segurança do local.

O bate-boca se deu após o governador ter sido vaiado por diversas vezes pelos manifestantes. Assim que chegou, o governador ouviu os gritos de “Serra nunca mais”, “Pedágio, Pedágio” e “Mentiroso, Mentiroso”. Irritado, respondeu que se tratava de “meia dúzia de gatos pingados da Apeoesp, que na campanha passada queimaram livros, que foram distribuídos para alunos e professores, em praça pública”. “Eles estão em campanha eleitoral, uma campanha que eu não comecei”, afirmou durante o discurso.

http://noticias.r7.com/brasil/noticias/serra-chama-manifestante-de-energumeno-apos-vaia-20100213.html

Serra culpando os migrantes (nordestinos?) pelos problemas na educação

Jose Serra assina compromisso de ficar na prefeitura até o final do mandato!

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O demo-tucano disse que “fez” o bilhete único em São Paulo. Qualquer paulistano sabe que é mentira, pois quem criou foi a prefeita Marta Suplicy, do PT, quando foi prefeita.
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