Banestado: José Serra nunca fez caixa 2 em suas campanhas

Serra se orgulha de ser “ficha limpa”. Nunca esteve envolvido em nenhum escândalo, caixa 2 ou corrupção. O candidato tem uma trajetória de dar orgulho. Histórias como o caso Banestado, em que a PF descobriu uma conta secreta de Serra, é intriga da oposição para “sujar” a “ficha limpa” do candidato. Conheça a verdade sobre o caso Banestado e a ficha limpinha de Serra 

 

Faixa de apoio ao Serra e sua ficha limpa

Banestado: PF descobriu elo de Serra com conta secreta

Isto é 01/07/2003
A Polícia Federal, através do delegado José  Castilho Neto e do perito Renato Rodrigues Barbosa, entregou ao Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, um dossiê sobre as remessas ilegais de recursos para o exterior, através das chamadas contas CC-5, envolvendo nomes de políticos ligados ao governo FHC, entre eles o candidato derrotado à presidência da República, José Serra, o ex-diretor Internacional do Banco do Brasil, e caixa da campanha, Ricardo Sérgio de Oliveira e o também caixa de campanha tucana, Sérgio Motta.

Segundo a revista “IstoÉ Dinheiro”  os documentos da PF que envolvem José Serra são extratos fornecidos pelo banco americano JP Morgan Chase aos investigadores brasileiros, obtidos mediante a quebra, naquele país, dos sigilos bancários dos envolvidos. José Serra aparece como autor de uma ordem de pagamento internacional no valor de US$ 15,6 mil que teria, por solicitação sua, saído da conta “Tucano” no JP Morgan e ido parar na conta 1050140210, da empresa Rabagi Limited, no Helm Bank de Miami. Essa operação, segundo a Polícia Federal, mostrou que José Serra tinha poderes para movimentar a conta “Tucano”.

Segundo o mapeamento feito pela Polícia Federal, essa conta movimentou US$ 176,8 milhões entre 1996 e 2000. Os recursos partiram de laranjas em Foz do Iguaçu e seguiram para a conta “Tucano” no JP Morgan, em Nova Iorque. A PF, que realizou um rastreamento internacional dos recursos e descobriu também o envolvimento de outros tucanos nas remessas, como Ricardo Sérgio de Oliveira e Sérgio Motta, pretendia agora investigar se José Serra, além de movimentar a conta “Tucano”, era proprietário da empresa Rabagi Limited, que recebeu os recursos do JP Morgan.

A Polícia Federal descobriu também que a conta “Tucano” em Nova Iorque teve uma movimentação suspeita no dia 30 de março de 1999, com a transferência de US$ 500 mil de sua sede nos EUA para outra conta, também batizada com o mesmo nome de “Tucano”, só que num banco Suíço, o Lugano. E o que intrigou os policiais da PF, neste caso, é que 24 horas depois, ou seja, em 31 de março, outros US$ 500 mil saíram da conta “Tucano” de Nova Iorque em direção à Suíça.
As investigações sobre as remessas ilegais através das contas CC-5 começaram graças ao trabalho do promotor Celso Três que, segundo a “IstoÉ”, mapeou todas as contas CC-5 do Brasil. A ação da Polícia Federal, logo em seguida, permitiu chegar nas contas de altas figuras do governo tucano. Para obter as informações que ajudaram a esclarecer o caso, a PF pediu à justiça americana a quebra do sigilo bancário dessas contas. Com isso acabou chegando nas pessoas que fizeram as movimentações nessas contas. O JP Morgan recebia recursos enviados por laranjas sediados em Foz do Iguaçu. Segundo o delegado Castilho, todas as pessoas que movimentaram essas contas no exterior, como foi o caso de Serra e Ricardo Sérgio de Oliveira, deverão ser investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito.

  • 2010 – Sem Meirelles no comando do BC do B.os temores ficaram maiores ontem, quando o presidente-executivo do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, advertiu que a economia pode seguir ameaçada por um cenário de “queda dupla”. Sem deixar claro quais são os problemas que vislumbra, o executivo foi realista: “Há um monte de situações potencialmente negativas”. Dimon admitiu que preferiria estar convencido de que o pior da crise já ficou para trás.
  • Como o JP Morgan Chase é um dos pilares da Oligarquia Financeira Transnacional, tudo que seu dirigente fala deve ser levado em consideração com seriedade crítica. No Brasil, o JP é um dos apoiadores do Instituto Millenium deixando claro a meu ver com esta declaração, de que para ele Serra/FHC é intocável!

CPI vai requisitou documentos sobre o assalto ao dinheiro público através do Banestado.
A CPI que investigou a remessa ilegal de cerca de US$ 30 bilhões para o exterior através das contas CC-5 e utilizando o Banestado, localizado no município de Foz do Iguaçu, solicitou ao Ministério Público todos os documentos e inquéritos que foram conduzidos pela Polícia Federal e pela equipe formada pelo governo para apurar o caso. foram ouvidos, entre outros, técnicos do Banco Central, delegados da Polícia Federal e procuradores.
A Comissão Parlamentar de Inquérito, que tem como relator o deputado federal José Mentor (PT-SP) investigou, entre outras coisas, a denúncia da existência de uma conta no JP Morgan Chase, de Nova Iorque, que teria sido movimentada, entre outros, por políticos ligados ao governo FHC, como José Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira e o falecido ministro Sérgio Motta. Com o nome de “Tucano”, essa conta movimentou cerca de US$ 176 milhões entre 1996 e 2000, segundo investigações da PF.

  • Requião: se apurar o roubo a fundo, vai se “pegar o governo FH inteiro”para Requião, “as empresas internacionais, a proposta de desnacionalização do Brasil, os banqueiros”, que são, “os beneficiários da política econômica” financiam a corrupção.
  • “A gente não precisa nem de um roubômetro para avaliar isso. O Fernando Henrique, com toda a privataria, roubou 10.000 vezes mais do que qualquer possibilidade de desvio do governo Lula”, afirmou o governador do Paraná, Roberto Requião(PMDB),em entrevista publicada na última edição da revista  “Caros Amigos” [ http://www.carosamigos.com.br/ ]. Requião ressaltou, em outro trecho da sua entrevista, que se as atuais investigações no Congresso forem aprofundadas pegarão “o governo Fernando Henrique inteiro”.

Alvaro Dias está com medo do caso Banestado finalmente pegar Serra.Banestado: PF descobre elo de Serra com conta secreta.

Ao inquirir o ex-delegado Onézimo Souza, na Comissão de Controle de Atividades de Inteligência do Congresso, na quinta-feira, o senador Alvaro Dias (PSDB/PR) quis saber, indiretamente, se o livro “Os porões da privataria” continha informações novas sobre a conta TUCANO descoberta no caso Banestado, que movimentou US$ 176,8 milhões, investigada pelo delegado federal Castilho.

Para entender a pergunta do senador demo-tucano, é preciso lembrar desta notícia do jornal “Hora do Povo”, de 01 de julho de 2003:

Banestado: PF descobre elo de Serra com conta secreta

A Polícia Federal, através do delegado José Castilho Neto e do perito Renato Rodrigues Barbosa, entregou ao Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, um dossiê sobre as remessas ilegais de recursos para o exterior, através das chamadas contas CC-5, envolvendo nomes de políticos ligados ao governo FHC, entre eles o candidato derrotado à presidência da República, José Serra, o ex-diretor Internacional do Banco do Brasil, e caixa da campanha, Ricardo Sérgio de Oliveira e o também caixa de campanha tucana, Sérgio Motta.

Segundo a revista “IstoÉ Dinheiro” desta semana, os documentos da PF que envolvem José Serra são extratos fornecidos pelo banco americano JP Morgan Chase aos investigadores brasileiros, obtidos mediante a quebra, naquele país, dos sigilos bancários dos envolvidos. José Serra aparece como autor de uma ordem de pagamento internacional no valor de US$ 15,6 mil que teria, por solicitação sua, saído da conta “Tucano” no JP Morgan e ido parar na conta 1050140210, da empresa Rabagi Limited, no Helm Bank de Miami. Essa operação, segundo a Polícia Federal, mostra que José Serra tinha poderes para movimentar a conta “Tucano”. Segundo o mapeamento feito pela Polícia Federal, essa conta movimentou US$ 176,8 milhões entre 1996 e 2000. Os recursos partiram de laranjas em Foz do Iguaçu e seguiram para a conta “Tucano” no JP Morgan, em Nova Iorque. A PF, que realizou um rastreamento internacional dos recursos e descobriu também o envolvimento de outros tucanos nas remessas, como Ricardo Sérgio de Oliveira e Sérgio Motta, pretende agora investigar se José Serra, além de movimentar a conta “Tucano”, era proprietário da empresa Rabagi Limited, que recebeu os recursos do JP Morgan.

A Polícia Federal descobriu também que a conta “Tucano” em Nova Iorque teve uma movimentação suspeita no dia 30 de março de 1999, com a transferência de US$ 500 mil de sua sede nos EUA para outra conta, também batizada com o mesmo nome de “Tucano”, só que num banco Suíço, o Lugano. E o que intrigou os policiais da PF, neste caso, é que 24 horas depois, ou seja, em 31 de março, outros US$ 500 mil saíram da conta “Tucano” de Nova Iorque em direção à Suíça.

As investigações sobre as remessas ilegais através das contas CC-5 começaram graças ao trabalho do promotor Celso Três que, segundo a “IstoÉ”, mapeou todas as contas CC-5 do Brasil. A ação da Polícia Federal, logo em seguida, permitiu chegar nas contas de altas figuras do governo tucano. Para obter as informações que ajudaram a esclarecer o caso, a PF pediu à justiça americana a quebra do sigilo bancário dessas contas. Com isso acabou chegando nas pessoas que fizeram as movimentações nessas contas. O JP Morgan recebia recursos enviados por laranjas sediados em Foz do Iguaçu. Segundo o delegado Castilho, todas as pessoas que movimentaram essas contas no exterior, como foi o caso de Serra e Ricardo Sérgio, deverão ser investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito.

A notícia foi veiculada também em revistas como a Época e a Isto

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